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Bem-Vindos ao Meu Inside - Aprendendo e Empreendendo.

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09/08/2015

Poupança não! Saiba onde investir para ganhar no curto prazo

A rentabilidade da poupança encontra-se inferior à inflação, o que torna seu poder aquisitivo menor.

Utilizando o cenário de Janeiro/2015 a Junho/2015, observa-se que o investidor obteve o retorno na poupança acumulada de 3,61%, enquanto o IPCA (Índice Oficial da Inflação) ficou em 6,17%. Portanto quem investiu na poupança neste período obteve uma rentabilidade real de -2,56%.

Qual seria o melhor investimento considerando o mesmo prazo e um valor de R$10.000,00 ?

A melhor opção seria o Tesouro SELIC, um título público que acompanha a taxa básica de juros da economia, no atual cenário econômico encontra-se no patamar de 13,75% a.a. 

As principais vantagens de se investir em títulos públicos são:
  • Baixo risco de crédito;
  • Rentabilidade atrativa, considerando patamares atuais;
  • Liquidez diária (o Tesouro recompra os títulos diariamente);
  • Mínimo para investimento R$30,00, o que permite ao pequeno investidor ter acesso à mesma taxa de um grande investidor.
O investimento em Títulos do Tesouro possui um custo anual sobre o valor investido de 0,30% pagos à BM&F Bovespa, mais taxa de custódia  paga à corretora. Procure as que ofereçam baixas taxas (entre 0,10% e 0,30% a.a.).

Há também a incidência de imposto de renda  sobre a rentabilidade, de acordo com o prazo de permanência no investimento, sendo alíquota mínima de 15% após dois anos. Porém, mesmo após esta dedução a rentabilidade atual é mais atrativa do que a poupança.


Fonte: Infomoney

19/03/2015

Inside indica: Trabalho Interno (Inside Job) - Documentário

Trabalho interno é um documentário de 2010 acerca da crise financeira global de 2007-2012 dirigida por Charles H. Ferguson. O filme é descrito por Ferguson como sendo sobre "a corrupção sistêmica dos Estados Unidos pela indústria de serviços financeiros e as consequências da corrupção sistêmica."

Em cinco partes, o filme explora como as mudanças no ambiente político e as práticas bancárias ajudaram a criar a crise financeira. Trabalho Interno foi então bem recebido pela crítica que louvou seu ritmo, pesquisa e exposição de material complexo.

Foi exibido no Festival de Cannes de 2010 em maio e ganhou o Oscar de melhor documentário de 2011.

11/03/2015

Engenheiro brasileiro com cálculos de matemática descobre "Insider Trade" Informação Privilegiada na Bolsa da Rússia.

No dia 03/03/2014, um dia após ao anúncio do Presidente Vladimir Putin, declarando invasão à Criméia, a bolsa do país caiu mais de 10%, causando muita euforia entre os investidores, exceto por um seleto grupo que ao possuir as informações, puderam antecipar-se aos demais, consequentemente
faturando bastante com a crise geopolítica que se instaurou no país.

O brasileiro Felipe Bastos Gurgel Silva, graduado em Engenharia pelo Instituo Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e está à caminho do seu segundo ano de PhD em Finanças na Cornell University, juntamente com sua colega russa, Ekaterina Volkova, descobriram através de cálculos um Insider Trade, termo utilizado para definir o uso de informações privilegiadas no mercado de ações.

O brasileiro em entrevista exclusiva ao InfoMoney, informou que decidiu aplicar um modelo aperfeiçoado por ele e sua colega em algum país e ver se funcionaria. O inside ocorreu justamente no momento em que ocorria os conflitos na região, justificando assim a escolha, onde por sorte e competência obtiveram o resultado esperado.

A ferramenta, que foi desenvolvida originalmente, em 1990, por dois professores da Cornell University, David Easley e Maureen O'Hara, apontou, com 90% de probabilidade, que houve "insider trading" naqueles dias na Bolsa russa. "Com 90% de certeza, o mercado já sabia dois dias antes que a Rússia iria invadir a Crimeia", disse.

Essa probabilidade é chamada de VPIN (Volume-Synchronized Probability of Information Trading), que leva em conta o fato de que o volume de negociações pode ser visto como um indicativo da quantidade de informações geradas no mercado e incorporada nas transações. "Em dias normais, a Bolsa russa tem um VPIN, em média, de 30%", comentou.

Segundo ele, o modelo poderia ser replicado em outros mercados, embora no Brasil a situação seja um pouco mais complicada para usar essa ferramente já que não há tantas informações disponíveis no mercado. "A maior dificuldade desse tipo de análise em mercados emergentes é que eles não disponibilizam dados suficientes", disse, que antes de voltar-se à área acadêmica já passou por bancos como Itaú e Santander.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3911977/engenheiro-descobre-insider-trading-bolsa-russia-dias-antes-invasao-crimeia

08/03/2015

Eventos que vão abalar o mercado!


1. ATA DO COPOM

Divulgada na quinta-feira, a ata do Copom (Comitê de Política Monetária) será o principal indicador a ser acompanhado na semana que vem, uma vez que após o aumento da taxa básica de juros, a Selic, nesta quarta-feira de 12,25% para 12,75%, o mercado poderá ter mais informações sobre o motivo do aumento. Na ocasião da divulgação da nova taxa, o Banco Central não deixou nenhum indício do motivo da elevação, como havia fazendo nos últimos aumentos, e isto trouxe uma importância a mais para a ata do comitê - mesmo que o aumento já fosse aguardado -, como explica o economista da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Felippe Serigati. "No final de janeiro estava muito claro que o BC faria só mais um aumento e o mercado esperava a indicação prévia do motivo da nova taxa. O Copom está abrindo espaço para mais aumentos e a indicação disto estará na ata, pois o comunicado de quarta não mostrou nada", explicou Serigati. "Esta ata é importantíssima", finalizou. Algumas casas de análise já precificam uma taxa básica de juros a 14% esse ano para conter a inflação e a crise de confiança. Adiciona-se a isso, o aumento do risco político, que põe em cheque os ajustes de Levy e coloca ainda mais pressão na política monetária. Vale mencionar que para os investidores que estão posicionados em papéis do setor de construção civil, este é um dado especialmente importante, uma vez que mesmo estas companhias não tendo suas dívidas 100% lastreadas na Selic, os investidores estrangeiros a utilizam como base principal dos juros aqui no Brasil, o que faz com que estes "fujam" dos papéis com as altas das taxas de juros.

2. Discursos do Fed

Já na segunda-feira o investidor acompanhará discursos de alguns presidentes regionais do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), como os de Richard W. Fisher, presidente do Fed de Dallas, no Texas. Mesmo que o impacto nos mercados não seja o mesmo como no caso dos discursos de Janet Yellen, eles servem para dar indicações sobre quando ocorrerá um aumento na taxa de juros por lá. Os dados mais fortes do mercado de trabalho por lá podem resultar em um aumento na taxa de juros já no primeiro semestre, uma vez que demonstram a recuperação econômica norte-americana, como explica o economista.  Nesta sexta, o presidente do Fed de Richmond, na Virgínia, já indicou que quer que o banco anuncie os aumentos na taxa de juros em junho. "Tendo em conta o relatório de emprego, junho me parece um dos principais candidatos para a decolagem", disse Jeffrey Lacker em entrevista no Wharton Business Radio. O presidente regional ainda disse que quer que o Fed pare de trabalhar de forma "paciente" a partir das reuniões dos dias 17 e 18 deste mês, para que junho já se torne uma real opção. Os dados do mercado de trabalho nos EUA foram divulgados nesta sexta, demonstrando que em fevereiro foram criados 295 mil empregos, acima dos 235 mil esperados e também acima das 239 mil vagas de janeiro, sendo que a média móvel de 3 meses agora está em 288 mil. A taxa de desemprego recuou para 5,5%, de 5,7% em janeiro, e abaixo dos esperados 5,6%.

3. Produção Industrial Chinesa
Os dados vindos da China são sempre importantes "termômetros" para o mercado saber como anda o crescimento do gigante asiático, mas na semana que vem este tem um peso "extra" aos investidores, uma vez que nesta semana a China cortou sua projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) em 2015 de expansão de 7,5% para 7%, o menor nível em 11 anos. Os números de crescimento da China estão desacelerando mais rápido do que o mercado esperava, e esta desaceleração pode - ou não - ser confirmada pelos dados da produção industrial chinesa, que contarão ainda com o período de recesso por lá com o Ano Novo chinês, como explica Serigati. 
Uma desaceleração na produção industrial chinesa poderá trazer para o mercado incertezas sobre o que o governo de lá fará para conter a degradação dos números, como explica o economista da FGV. O mercado passa a especular, mesmo que seja apenas rumor, de que o próprio governo fará uma compra de ativos. Em janeiro ninguém cogitava isso. Em resumo, com uma desaceleração mais intensa, o mercado espera o que o governo chinês vai fazer", finaliza. Uma compra de ativos é o mesmo que está acontecendo na Europa e que já foi encerrado nos EUA - o chamado Quantitative Easing, ou QE, que é um programa que visa reaquecer a economia. A desaceleração econômica na China traz impactos fortes nos ativos da Vale (VALE3; VALE5), e por isso os dados de produção industrial costumam ser acompanhados com uma lupa pelos investidores. O gigante asiático é o principal destino do minério de ferro produzido pela blue chip, e a desaceleração leva a uma queda nas compras vindas de lá, o que traz pressão para a mineradora na Bovespa.

4. Estoques de Petróleo

Outra questão importante, mas que não deve trazer nenhuma novidade ou surpresas, é o estoque de petróleo, que mostra como está a relação de oferta e demanda da commodity, que vê seus preços caírem forte nos mercados externos em meio à crise de muita produção e pouca oferta. A briga entre os países participantes da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) influencia bastante nestes dados, como explica Serigati. Os países da Opep têm discutido bastante a redução da produção por parte da Arábia Saudita, um dos gigantes da organização; no entanto, o país se recusa a produzir menos o que estende o impasse entre os participantes, pressionando ainda mais os preços. "Não será uma surpresa se o número demonstrar um aumento", finaliza.

5. Varejo dos EUA

A economia norte-americana tem demonstrado forte recuperação, com dados como os de mercado de trabalho por lá comprovando o que o mercado tem visto. Com a economia por lá reaquecida, o que o mercado acompanha agora são os dados de varejo, que demonstrarão se mesmo com a recuperação econômica os consumidores estão se sentindo mais seguros para comprarem mais, ou não, disse Serigati. 

6. Mercado de trabalho brasileiro - FGV

Os indicadores do mercado de trabalho compilados pela FGV devem trazer uma desaceleração, no mesmo sentido que os dados do IBGE já tem mostrado, explica o economista. "O número de pessoas desocupadas está aumentando, e o rendimento médio de trabalho está desacelerando", complementa. Os dados de mercado de trabalho são importantes para que os investidores saibam como está a economia e como está a confiança dos empregadores quanto ao cenário atual.

7. Varejo do Brasil

Os dados do varejo brasileiro, assim como os de mercado de trabalho, devem demonstrar desaceleração. No entanto, ao observar outros setores como a indústria e o mercado agropecuário, os dados do varejo ainda são os que demonstram uma desaceleração bem mais amena, como explica o economista da FGV. "É um dado importante pois poderemos ver se o varejo continuará desacelerando mais devagar, ou se vai despencar como temos visto em outros setores brasileiros", complementa.

8. Briga Política

Mesmo que fora da agenda macroeconômica, a briga política que temos visto aqui no Brasil entre o Congresso e o Planalto ainda seguirá como um fator bastante importante na semana que vem, após Renan Calheiros, presidente do Senado ter devolvido a Medida Provisória 669 sobre a desoneração da folha de pagamento para vários setores da economia, que havia sido anunciada na sexta-feira passada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. A MP 669/15 havia sido anunciada como mais uma medida do governo para reduzir gastos com mão-de-obra e estimular a economia.  Políticos do mesmo partido de Renan alegaram que o "não" veio pelo descontentamento do presidente com o fato de ter conseguido menos espaço no governo e pelas - até então - possibilidades do nome do presidente aparecer nas investigações da Operação Lava Jato, que investiga os casos de corrupção e irregularidades na Petrobras.  A presidente Dilma Rousseff, logo após o ocorrido, assinou um projeto de lei urgente para a desoneração, uma vez que Renan a vetou como medida provisória. Esta briga entre os poderes tem agravado cada vez mais a questão econômica aqui no Brasil, já que os projetos que tentam ser realizados pelo ministro da Fazenda para restabelecer a economia estão sendo vetados, o que influencia cada vez mais nos dados negativos que temos vistos por aqui.

9. Petrobrás

Após ter seu rating cortado pela agência de risco Moody's, a Petrobras (PETR3; PETR4) continua vivendo período de "temor" no mercado, sem saber quais serão as próximas decisões das outras companhias de risco como S&P e Fitch. Semana passada, analistas do BTG Pactual escreveram em relatório que a perda do grau de investimento por mais uma agência prejudicaria a capacidade de a Petrobras refinanciar grandes montantes de dívidas, levando à necessidade de uma grande capitalização. Segundo o UBS, o corte do rating significa mais de 200 pontos base no custo de financiamento da empresa com novas dívidas. Nesta quinta-feira a estatal ainda informou ao mercado que o juiz da causa movida contra a estatal em Nova York nomeou Universities Superannuation Scheme como autor líder da ação conjunta. Ainda de acordo com comunicado da petrolífera. Ontem ainda, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams disse que a Petrobras deverá ser responsável por definir o valor do ressarcimento a ser pago à estatal por empresas investigadas na operação Lava Jato e que teriam causado prejuízos à petroleira devido a sobrepreços em contratos.
Fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3905302/eventos-que-vao-agitar-bolsa-semana-que-vem-eua-estao

07/03/2015

Warren Buffett, O oráculo de Omaha

Biografia

Warren E. Buffett nasceu em Omaha, Nebraska, Estados Unidos. O segundo de três filhos e único filho homem de Leila (née Stahl) com Howard Buffett. Seu pai foi um corretor da bolsa e membro do Congresso dos Estados Unidos. Warren Buffett tem duas irmãs, Doris e Bertie. Seu avô era dono de uma loja de produtos alimentícios em Omaha.
Buffett começou sua educação na Escola Elementar Rose Hill em Omaha. Em 1942 seu pai foi eleito para o Congresso e após mudar-se com sua família para Washington, Warren acabou o primário e foi para a Escola Alice Deal Junior e graduou-se na Escola Woodrow Wilson.
Desde criança Warren demonstrou interesse por fazer e guardar dinheiro. Ele ia de porta em porta para vender balas, Coca-Cola ou revistas semanais e também trabalhou na loja de doces de seu avô paterno. Ainda no ensino médio, ele era dono de várias ideias bem sucedidas para ganhar dinheiro, tais como: vender bolas de golfe remanufaturadas e customizar carros entre elas. Sua primeira declaração fiscal foi feita em 1944,alegando que sua bicicleta e relógio eram essenciais em seu trabalho teve uma dedução de $35. Em 1945 ele e um amigo da escola gastaram $25 para comprar uma maquina de pinball, colocando-a em uma barbearia local. Após algum tempo, eles eram donos de dezenas de máquinas em diferentes lojas.

Os interesses em investir na bolsa de valores vinham desde a infância. Em uma viagem a Nova Iorque aos dez anos ele fez questão de visitar o New York Stock Exchange. E nesse mesmo período ele comprou ações para ele e sua irmã. Na época do ensino médio ele já acumulara uma considerável quantia em dinheiro guardada, investiu em uma empresa de seu pai e comprou uma fazenda, trabalhando em renda. No período em que terminou o colégio, Buffett já acumulava mais de US$90.000.
Iniciou sua vida acadêmica universitária dentro da Universidade de Pensilvânia, em 1947, onde participava de uma fraternidade chamada Alpha Phi Alpha. Dois anos após ele se transferiu para a Universidade Nebraska-Lincoln, onde em 1950, aos dezenove anos, ele terminou seu curso, tornando-se um Bacharel em Economia.
Buffett ingressou na Escola de Negócios Columbia após aprender com Benjamin Graham e David Dodd, dois conhecidos analistas econômicos, autores dos livros "Security Analyses" e "O Investidor Inteligente". Ele recebeu a graduação de Mestre em Economia em 1951. Buffett também tem graduação pelo Instituto de Finanças de Nova Iorque.
Benjamin Graham, como diz Buffett, depois de seu pai foi a pessoa que mais exerceu influência em sua vida. Isso porque a abordagem de investimentos usada por Buffett é baseada em Graham. Buffett gosta de comprar ações de empresas que estavam sendo negociadas abaixo de seu valor intrínseco (valor real de uma ação).
Além de Graham, Fisher foi outro investidor que influenciou as abordagens de Buffett. Para Fisher, comprar uma empresa barata não era tudo. Fisher acreditava que os investidores deviam comprar papéis de grandes empresas. Empresas líderes no setor, com alguma vantagem competitiva durável.
Nas palavras de Buffett: "Eu sou 15% Fisher e 85% Benjamin Graham13".

Onde Investe Warren Buffett

Empresa
Valor da Participação (em US$ bilhões)
Participação Acionária
American Express
 US$ 14,1
14,80%
Coca-Cola
US$ 16,8
9,20%
DeVita HealthCare Partners
US$ 1,4
8,60%
Deere & Company
US$ 1,3
4,50%
DirecTV
US$ 2,1
4,90%
Goldman Sachs
US$ 2,5
3%
IBM
US$ 12,3
7,80%
Moody's
US$ 2,3
12,10%
Munic Re
US$ 4
11,80%
Procter & Gamble
US$ 4,6
1,90%
Sanofi
US$ 2
1,70%
U.S. Bancorp
US$ 4,3
5,40%
USG Corporation
US$ 1,2
30%
Walmart
US$ 5,8
2,10%
Wells Fargo
US$ 26,5
9,40%


03/03/2015

Dólar em alta ante o real e aversão ao risco impulsionam taxa de juros.

A sessão de ontem foi pautada pela aversão ao risco no Brasil, em consequência do atual quadro de desestabilidade econômica, alta do dólar, taxas dos contratos futuros e queda da Bovespa como agravantes, além dos escândalos políticos. O dólar à vista no balcão teve valorização de 1,30%, cotado na máxima de R$ 2,8930. Valor recorde no período de dez anos e meio, desde 15 de setembro de 2004. O avanço nas taxas do contratos futuros de juros teve ajuda do avanço da divisa dos EUA. A taxa do contrato para janeiro de 2021 ficou em 12,42%, frente aos 12,23% da sexta-feira. Na próxima quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) anuncia sua decisão de política monetária, e o mercado está praticamente unânime em torno da aposta de que a Selic (a taxa básica de juros) será elevada em 0,50 ponto porcentual, para 12,75% ao ano.