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06/08/2015

Entenda a queda de 89% no lucro da Petrobras no 2º trimestre.

Lucro da Petrobras soma R$ 531 milhões no 2º trimestre, queda de 89%


A Petrobras obteve lucro de R$ 531 milhões no segundo trimestre deste ano, queda de 89,3% na comparação com o lucro de R$ 4,959 bilhões apurado no mesmo intervalo de 2014.  O resultado foi afetado, entre outros fatores, por baixa contábil de R$ 1,28 bilhão, devido à exclusão de projetos da carteira de investimentos contemplada no plano de negócios e gestão de 2015 a 2019.

O lucro veio bem abaixo do projetado pelos analistas consultados pelo Valor , que previam lucro de R$ 3,99 bilhões.

A receita somou R$ 79,94 bilhões no trimestre, queda de 2,9% na comparação anual, e o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado cresceu 21,7%, para R$ 19,77 bilhões.

Analistas esperavam receita de R$ 80,59 bilhões e lucro de R$ 17,80 bilhões no período.

No acumulado no ano, o lucro da estatal somou R$ 5,86 bilhões, queda de 43%. Na mesma base de comparação, a receita caiu 6%, para R$ 154,3 bilhões, e o Ebitda ajustado teve aumento de 35%, para R$ 41,19 bilhões.

DÍVIDA

A Petrobras encerrou o segundo trimestre de 2015 com uma dívida líquida de R$ 323,9 bilhões, 34% maior que a dívida do mesmo período do ano passado, mas 2,6 menor que o endividamento líquido de R$ 332,5 bilhões visto no fim de março.

A relação entre a dívida líquida da companhia e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado ao fim do trimestre era de 4,64 vezes.

A relação entre a dívida líquida da companhia e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado ao fim do trimestre era de 4,64 vezes.

No fim de março, a alavancagem era de 5,01 vezes.

Foi a primeira vez que a Petrobras utilizou o método mais usado pelo mercado para calcular alavancagem, considerando o Ebitda ajustado acumulado nos últimos doze meses.

Até então, a companhia usava uma metodologia própria, com o Ebitda anualizado para fazer a conta.

O índice usado desta vez é usado amplamente pelos analistas de mercado e pelas principais agências de classificação de riscos.

O nível de endividamento da Petrobras, medido pela relação entre endividamento líquido sobre a soma de endividamento líquido e patrimônio, atingiu 51% em junho, ante 52% em março.

Investimento

Os investimentos consolidados da Petrobras somaram R$ 18,3 bilhões no segundo trimestre do ano, queda de 18% na comparação anual.

Em 29 de junho, a Petrobras anunciou seu plano de negócios para o período de 2015 a 2019, com corte de 37% na comparação com o plano anterior, para US$ 130,3 bilhões. O plano anterior previa US$ 206,8 bilhões.

O segmento de exploração e produção (E&P) concentrará 83% dos investimentos previstos, num total de US$ 108,6 bilhões.

Ao rever o plano, a companhia reduziu também a meta de produção de petróleo para 2020, de 4,2 milhões da barris por dia para 2,8 milhões de barris por dia. A revisão da meta significou uma queda de 1,4 milhões de barris diários, ou 33,3%.



Fonte: Valor Econômico



16/03/2015

Governo de Dilma vira motivo de piada internacional.


13/03/2015

Qual o líder que você pretende seguir ? Palavras do Dr. Enéas Carneiro.

Expresse sua opinião nos comentários.

11/03/2015

Advogado do PT vai julgar o caso "Petrolão".


O verdadeiro pizzaiolo: Dias Toffoli pede transferência para julgar petrolão na vaga de Joaquim Barbosa
Dias Toffoli e seu padrinho Lula
Para suprir a vaga deixada por Joaquim Barbosa, o ministro Dias Toffoli requereu a transferência da Primeira para a Segunda Turma do Surpremo Tribunal Federal, encarregada de julgar as ações penais do petrolão, como expliquei aqui.

Isto significa que os petistas que comandaram o maior esquema de corrupção da história brasileira serão julgados por um ex-advogado do PT.

Foi de Gilmar Mendes a sugestão de que um dos integrantes da Primeira Turma migrasse para a Segunda para evitar que os inquéritos da Operação Lava Jato começassem a ser analisados com o

quórum reduzido, o que aumentaria as chances de empate.

Não sei se Mendes mordeu a isca da demora da presidente Dilma Rousseff em indicar um nome, mas o fato é que o PT agiu depressa para aproveitar a oportunidade.

Bacharel em direito pela Universidade de São Paulo, Toffoli advogou para a liderança petista na Câmara e foi advogado do partido em três campanhas presidenciais de Lula: 1998, 2002 e 2006.

Em 2003, foi levado para a subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, comandada pelo ex-ministro José Dirceu, hoje mais conhecido como o “Bob” da propina; e chegou à Advocacia-Geral da União em 2007,  a convite de Lula.

ToffoliIndicado mais uma vez por Lula, Toffoli chegou ao Supremo Tribunal Federal, onde votou pela absolvição de seu ex-chefinho José Dirceu no processo do mensalão, supostamente por julgar insuficientes as provas contra o mensaleiro.

Como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Toffoli permitiu toda sorte de ataques da campanha de Dilma a Marina Silva e a Aécio Neves no primeiro turno e no começo do segundo, e quando o tucano começou a reagir no debate do SBT, decidiu proibir os ataques dizendo que este jogo “não é civilizado, não é pedagógico, não é educativo para o povo brasileiro”.

Diante das revelações crescentes do petrolão do PT na imprensa, Toffoli revelou com todas as letras seu autoritarismo de dono da democracia, pregando em sessão do tribunal editada no vídeo abaixo uma intervenção que não está na Constituição, nem existe em qualquer país democrático do mundo:

“Tem que acabar com esse negócio de aparecer jornal e revista nos programas eleitorais.”

Foi o TSE comandado por esse tiranete que deu à campanha do PT direito de resposta no site de VEJA depois que a revista simplesmente divulgou o depoimento do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal, no qual ele afirmava que Lula e Dilma sabiam de tudo do petrolão.


Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/03/10/o-verdadeiro-pizzaiolo-dias-toffoli-pede-transferencia-para-julgar-petrolao-na-vaga-de-joaquim/

08/03/2015

Povo brasileiro protesta com panelaço durante o pronunciamento em rede nacional da Presidente da República.

O cenário político e econômico brasileiro não encontra-se com uma boa imagem. Diante de tantos problemas, vários brasileiro em diferentes estados decidiram compartilhar em redes sociais uma convocação, com o objetivo de protestar e dar ênfase ao pedido de impeachment à Presidente Dilma Rousseff.

A mensagem de mobilização dizia que Dilma defenderia o governo e lançaria um pacote anti-corrupção. No entanto, a presidente anunciou também a sanção de uma lei de combate à violência contra a mulher e defendeu as mudanças de austeridade implementadas pelo governo.

A mensagem divulgada pelo Whatsapp dizia: "Vamos todos para as janelas e vaiar muito. Também vale disparar alarmes de casas e carros! Passe adiante".


07/03/2015

Você sabe o que é o Indulto Natalino que livrou José Genoino ?

A presidente Dilma Rousseff assinou no dia (24/12) decreto concedendo indulto de natal para brasileiros e estrangeiros condenados a pena privativa de liberdade não superior a oito anos e que tenham cumprido um terço da pena, no caso de presos não reincidentes. A medida pode beneficiar também reincidentes, desde que já tenham cumprido metade da pena.

O decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, detalha as situações em que o preso poderá ter esse benefício, bem como as situações em que ele não poderá ser aplicado. O texto é semelhante aos dos anos anteriores.

Diferentemente do saidão, que beneficia detentos para passar feriados com familiares, o indulto significa o perdão da pena, com sua conseqüente extinção, tendo em vista o cumprimento de alguns requisitos. Ele é regulado por um decreto da Presidente da República.

Para o promotor André Luís Alves de Melo a medida é ambígua. "O que gera  perplexidade é a presidente questionar publicamente impunidade em delitos como violência contra as mulheres,  corrupção, homicídios simples, racismo e outros. Mas, depois perdoar a pena dos condenados, após um caro e longo processo penal judicial."

Condenado a 4 anos e 8 meses de prisão, o ex-deputado José Genoino foi preso em novembro de 2013 e passou a cumprir pena no regime fechado. Com problemas cardíacos, o petista chegou a obter autorização para se tratar em casa em prisão domiciliar no início de 2014, mas, em maio, teve de voltar à prisão. Em agosto, progrediu para o regime aberto, para ficar preso em casa.

No dia 25 de dezembro de 2014, dia em que foi publicado o decreto, Genoino já havia cumprido 1 ano, 2 meses e 14 dias da pena, já levando em conta 34 dias que havia descontado por cursos de direito e informática que realizou na Penitenciária da Papuda, além de trabalho como auxiliar de biblioteca do presídio.

No processo do mensalão, Genoino foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de atuar na distribuição de dinheiro a parlamentares, por meio de Marcos Valério, com a finalidade de "angariar ilicitamente o apoio de outros partidos políticos para formar a base de sustentação do governo federal". Na ocasião do crime, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-deputado era presidente nacional do PT.
Julgamento do mensalão
Ao votar pela condenação de Genoino, o relator do processo, ministro aposentado Joaquim Barbosa, afirmou que o petista "executou" o crime de corrupção ativa (oferecer vantagem indevida) ao negociar repasses de dinheiro ao ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB e delator do suposto esquema de compra de apoio político de deputados.
“Houve colaboração específica de Genoino. Executou o delito de corrupção ativa relativa a Roberto Jefferson, ao negociar montantes que seriam repassados pelo PT. Genoino admite ter repassado empréstimos em nome do Partido dos Trabalhadores, tendo como avalista Marcos Valério, demonstrando assim a proximidade entre eles", afirmou Joaquim Barbosa no julgamento.
Já o advogado do ex-parlamentar, Luiz Fernando Pacheco, afirmou, na sustentação oral no Supremo, que o mensalão foi "inventado" e que seu cliente só foi acusado porque era petista.

06/03/2015

Constituição livra Dilma da lista de Janot. Mas....

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao cumprir o que consta na Constituição teve que retirar o nome da Presidente da República Dilma Rousseff de sua primeira lista que consta o nome dos políticos suspeitos no envolvimento do caso "Petrolão". O nome da presidente é citado em ocorrências que antecede ao seu mandato, quando esta era Ministra de Minas e Energias.
O que diz a Constituição é o seguinte: “O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.”
A lista foi baseada nos depoimentos do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ainda não entrou toda a planilha de Pedro Barusco, que mostrou a propina entregue a cada partido, especialmente o PT, em cada contrato. Pedro Barusco era o braço-direito do arrecadador do PT, Renato Duque, o afilhado de José Dirceu.
A operação Lava Jato pegou o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o homem da mochila, identificado como “Moch”. Um laranja do Youssef depositou em 2008, 400 mil reais na conta da mulher dele, Giselda Rousie de Lima. Quem pagou, na verdade, foi a Toshiba, depois de assinar um contrato com a Petrobras para as obras do Comperj, Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro. Uma cópia do extrato bancário saiu no jornal, então eles têm a prova. Vaccari era amigo do Lula, e a Dilma o manteve em Itaipu por muito mais tempo do que deveria, levando vida de marajá. 


O Ricardo Pessoa, coordenador do cartel da Petrobras, disse à revista VEJA que a UTC doou 30 milhões de reais a campanhas do PT e de Dilma, além de 3,5 milhões de reais entregues ao tesoureiro da campanha da Dilma, Edinho Silva. Mas ele disse isso à VEJA, não em delação premiada. Então essas denúncias não podiam ser motivo para o Janot incriminar a Dilma agora. Vale frisar que Presidente da República só possui imunidade durante o seu mandato e a investigação só pode ser feita depois. Assim como tem imunidade para irregularidades durante o mandato que não estejam vinculadas ao ofício presidencial em si. Mas se cometer crimes como presidente pode, sim, ser investigada. A delação ainda não saiu, e o governo do PT vem tentando impedir de todas as maneiras que o Pessoa fale. Se sair, pode ser que as coisas melhorem para o Brasil, ou seja: piorem para o PT.

A CPI começou muito bem. O presidente Hugo Motta [que disse à TVeja não ter rabo preso] tirou parte do poder do relator do PT, Luiz Sérgio, criando 4 sub-relatorias que excluíram o partido. E enfrentou a revolta dos petistas e da turma do PSOL. [Além disso, a CPI acionou a Kroll para rastrear as contas dos petistas no exterior, coisa que a empresa já fez quando contratada por Daniel Dantas.] Os ex-presidentes da Petrobras, Gabrielli e Graça Foster, foram convocados, assim como Costa e Duque. E se a oposição fizer o seu trabalho direito, Dilma pode cair. O problema é que o PSDB, sempre amarelão, não quer nem ouvir falar de impeachment, então cabe ao povo interessado pressionar a tucanada.Enquanto isso, a gente tem a CPI da Petrobras, que pode investigar tudo, o Lula, a Dilma, e pode resultar no impeachment, que é um processo político, não penal, a ser executado no Congresso Nacional.

fonte: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/03/06/constituicao-livrou-dilma-da-lista-de-janot/